quarta-feira, 24 de junho de 2009
Obama e a Mosca
Mal vi as imagens pensei que muitos movimentos e associações de defesa dos direitos dos animais iriam aparecer e claro, reprovar o acto de Barack Hussein Obama, mas pelo contrário, eu louvo a atitude deste senhor. Sim louvo, pode parecer estranho mas quantos de vós nunca mataram um simples insecto? Certamente que se existem são um número diminuto. Na minha opinião, esta atitude é louvável devido ao facto de apesar de estar a ser filmado não se acanhou e não deixou de dar a famosa bofetada a essa mártir. Muito possivelmente se esse acto tivesse sido feito por outro qualquer político de elevado destaque em qualquer outro país, essas imagens não iriam ser publicadas, seriam simplesmente censuradas. Por exemplo, caso esta cena tivesse ocorrido com o nosso “Socras” acham que saberíamos? As imagens não seriam censuradas? Talvez fossem.
Devido a tudo isto admiro a atitude deste político.
Mas observando ao pormenor o vídeo podemos reparar na calma, concentração, astúcia e rapidez de reacção deste homem. Quantos de vocês conseguem matar uma mosca com esta facilidade? Eu não conseguiria, requer muita rapidez, característica que não possuo. Por isso, em vez de perderem tempo a julgar o presidente dos Estados Unidos da América devido a uma atitude que deveria ser encarada como normal e a lerem este post de treta, preocupem-se com as moscas que andam a infestar a casa branca e as nossas casas.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Até ao nosso blog a crise chegou
Actualmente, estamos a passar uma grande crise quer a nível económico-financeiro quer a nível social e político, uma crise que o Mundo já não sentia desde os anos setenta.
Tudo está em crise. Os árbitros de futebol estão em crise; as equipas estão em crise; o Benfica não ganha, ai não, isso já não é crise, e um hábito; os jogadores estão em crise; o Mantorras joga e já não marca; o sector do trabalho está em crise; os grandes milionários estão em crise; as famílias estão em crise, etc.
A existência da crise é um facto que não posso negar mas, actualmente, esta serve de justificação para qualquer facto.
Um banco faliu, é a Crise; um empregado foi despedido, é a Crise; está mau tempo, é a Crise; o António está de gravata azul, é a Crise; o mundo dos blogs está a desaparecer, é a Crise; este blog já não publica nada há muito tempo, é a Crise; para concluir, este post está uma treta, é a Crise.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Super Juízo
A meados do século XIX, um rapaz de seu nome Vicêncio Lameiras, estudante da universidade de ciências de Coimbra, frequentava a tuna, sendo este um boémio.
Este rapaz, numa das aulas laboratoriais de química, entrou em contacto com um ácido muito extremamente corrosivo, o ácido do juízo, sendo que ficou afectado. A partir deste contacto, os comportamentos de Vicêncio foram alternando e o juízo passou a ser uma característica sua, depois disto Vicêncio Lameiras passou a ser chamado de Super Juízo, devido ao facto de este ter ganho poderes e ter alterado o seu comportamento.
O “Super Juízo sempre que via alguém a fazer coisas estúpidas e/ou más acções, ou seja qualquer atitude sem juízo, actuava, usando o seu potentíssimo poder o “canhão do juízo”. A partir deste ataque as pessoas mudam as suas atitudes e começavam a comportar-se decentemente.
Depois de este grande exemplo de mudança e de boa vivência, questiono-me o quanto seria necessário o renascer das cinzas do Super Juízo para por juízo nos nossos governantes, aqueles que dizem que têm uma espectacular ideia, intitulada de Taxa Robin dos Bosques, que vai ajudar os mais pobres, retirando às empresas, quando na realidade apenas pedem o IRC a estas empresas uns meses mais cedo, sendo a diferença mínima.
Depois desta reflexão acho mais que necessário um regresso do Super Juízo à nossa sociedade para que o juízo regresse e que, claro, sejamos felizes para sempre.
segunda-feira, 30 de março de 2009
“Teoria do Se”
Esta maravilhosa palavra (Se) tem uma aplicação que serve de justificação e, ao mesmo tempo, traz grande alento a quem as protagoniza.
Passando a exemplificar:
-Eh pah! SE eu não tivesse falhado estas duas escolhas múltiplas tirava 20 valores.
Mais um exemplo;
-Que seca, SE o António tivesse marcado aquele golo, tínhamos sido campeões!
Bem, estes dois exemplos são fantásticos para retratar a nossa sociedade.
Será que depois de protagonizar esta fantástica expressão, as pessoas ficam contentes ou as acções mudam depois de as dizer? Será que tiram 20 valores ou que são campeões? Contentes talvez, as acções de certeza que não mudam, será que este contentamento é assim tão grande, suficiente para utilizar esta conjugação de uma forma um pouco estúpida? Também não me parece que sim.
Para concluir, deixo aqui uma grande frase dentro da mesma índole.
Esta teoria até teria sucesso, SE não tivesse sido eu a criá
sexta-feira, 27 de março de 2009
O que é a crise?
Será um bicho papão que come o dinheiro ás pessoas e postos de trabalho?
Mas, de onde é que vem a crise? Vem assim, sem mais nem menos,chega cá rebenta com tudo e por isso passa a ser culpada por tudo o que acontece neste país e mundo.
Mas a questão que mais grita na minha cabeça é: porque é que ela apareceu? Porque é que ela chega vinda assim do nada e só por estar aí a bater á porta, os patrões desatam a fechar empresas e despedir empregados? Claro está, que tudo isto faz com que as pessoas fiquem sem dinheiro e a culpa de tudo isto é da malvada e malfadada crise.
E andamos nós a ser bombardeados todos os dias com noticias a dizer que vamos ter que apertar mais o cinto e que o país está de tanga.
Cá para mim, dá mesmo vontade de pegar nessa crise, esse feio bicho papão, e levá-lo para uma dessas ilhas desertas no fim do mundo onde a única coisa que poderá comer, em vez de dinheiro e empregos, é areia, mar e fruta.
sábado, 14 de março de 2009
De onde é que eu vim?
De onde é que eu vim? Esta é, conjuntamente com a célebre pergunta “quando for grande quero ser?”, uma das perguntas mais utilizadas em qualquer criança a partir dos seus 4 ou 5 anos, pois uma das características do ser humano é o prazer da descoberta e a busca do conhecimento.
As respostas a esta pergunta são no mínimo engraçadas, vou dar agora dois exemplos;
- Mãe, de onde é que eu vim?
- Filho, tu vieste de uma cegonha que te trouxe de Paris…
Mais um exemplo
-Oh mãe, de onde é que vim?
-Olha filho, o teu pai meteu uma sementinha na tua mãe, tu cresceste e depois nasceste da barriga da tua mãe.
Mas agora interrogo-me, porque será que os pais “inventam” estas histórias para contar aos seus filhinhos? Talvez porque os pais pensam que os seus filhos são demasiado imaturos para saber a verdadeira resposta e por isso “mentem” um pouco. Mas será necessário mentir? Não será melhor toda a verdade?
Os filhos se não souberem pelos pais, sabem pelos amigos da escola portanto, se calhar é melhor contar a verdadinha toda se bem que podemos usar uns eufemismos.
Conhecendo a sociedade como conheço, daqui a pouco, as “historinhas” irão ser um pouco diferentes, como por exemplo;
- Mamã, de onde é que eu vim?
- Filhinho, foi assim, eu e o teu pai fomos ao centro comercial e fomos a loja que mais gostamos e escolhemos-te, de todos os meninos que tinha lá.
E mais outro exemplo
- De onde vim, mãe?
- Filho, nós fomos ao nosso computador e fizemos-te com as características que quisemos, dentro das possibilidades.
Talvez estas respostas sejam o futuro e assim sejam o retrato da nossa sociedade.
terça-feira, 10 de março de 2009
Na esperança que nada nos passe ao lado
Levantando pó
Sem querer passar despercebido
Ás letras agarrado
O nosso nome é…
Comentando um bocado
Deste lado ficando a ver
As cabeças para onde vão
Dentro dos corpos gelados
Movidos são movidos
Pelo sonho da liberdade
O meu nome é João e vivo ao teu lado
O meu nome é sara do continente estragado
O nosso nome é zero nesta democracia
Deixa-me pertencer eu quero pertencer
UPA 08 (Unidos Para Ajudar 2008).mp3 -